Posts Tagged ‘Marketing político’

Chega de enganação!


2009
02.11

fahrenheit_11

Na última aula da pós, tive a oportunidade de assistir o filme de Michael Moore, que relata os bastidores pré, durante e depois do atentado de 11 de setembro em 2001. Quem já assistiu teve a oportunidade de ver de forma detalhada a relação do presidente Bush com a família Bin Laden, a sua chegada à Casa Branca após uma eleição fraudulenta e longe da democracia em 2000, a mentira das armas de destruição em massa no Iraque, a facilidade de fuga dos Bin Laden, o medo da população frente ao terrorismo, o estigma causado pelo discurso dominante em seu “Ato Patriótico” onde qualquer forma de reunião ou discussões com o nome terrorista era motivo de uma investigação do FBI, além do sofrimento de famílias que perderam seus entes queridos.

Esse acontecimento histórico de 11 de setembro, que com certeza ficará registrado nos didáticos dos meus filhos, netos e bisnetos, também estará gravado na memória de todos nós que presenciamos; outros muito mais de perto e com muito sofrimento.

Diante disso, não podemos esquecer de como é importante acompanharmos e participarmos na política de nosso país, para não sermos enganados como Bush fez com os EUA, contudo, tempo depois foi desmascarado pela investigação, fiscalização, ousadia e determinação do cidadão Moore.

Devemos evitar nos basear apenas em propagandas políticas, musiquinhas entediantes, slogan, etc. É preciso sair do analfabetismo político, conforme Bertolt Brecht explicita: O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce à prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.

Nós o povo!


2009
02.10

De acordo com Rubens Figueiredo, os pioneiros no desenvolvimento do marketing político foram os EUA, então não é de se assustar quando as campanhas eleitorais americanas invadem o mundo, pois possuem a capacidade de explorar os meios de comunicação em massa através da pesquisa de opinião, na tentativa de desvendar os interesses do eleitorado e uma forma de buscar estratégias para a campanha.

Vejamos o seguinte vídeo:

Um pouco mais dessa trajetória aqui.

Além do Marketing Político


2009
01.28

Segundo Figueiredo (1994), o marketing político representa o conjunto de técnicas e procedimentos com objetivo de adequar um(a) candidato(a) em direção ao seu eleitorado potencial, fazendo com que este se torne conhecido de forma abrangente pelos eleitores e diferenciada de seus adversários.

Diante disso, seria possível ganhar uma eleição sem usar o marketing político? Na atualidade do mundo globalizado e na era da revolução tecnológica dos meios de comunicação, seria inviável concorrer sem o recurso desta valiosa ferramenta marketeira. Uma eleição sem marketing político é derrota na certa, sabendo que nem todo marketing político garantirá a vitória de um candidato.

Caros leitores, as eleições acabaram, mas a campanha da cidadania continua e vai além de qualquer marketing político de um candidato nas campanhas, pois representa a efetivação das políticas públicas, a garantia dos direitos sociais, a qualidade dos serviços prestados, a transparência do bem público, a fiscalização, enfim, o controle social.

  • Não lute apenas por uma dentadura, mas por postos odontológicos funcionando para toda a comunidade;
  • Não lute por apenas por uma vaga na escola, mas por uma política de educação digna;
  • Não lute para ter a frente de sua casa melhorada, mas para que haja saneamento básico em toda rua;
  • Não lute somente por uma consulta no SUS, mas por uma saúde pública de qualidade;
  • Não lute por apenas uma cesta básica, mas por uma política de assistência social justa e oposta a qualquer forma de clientelismo ou assistencialismo;
  • Não lute apenas por suas individualidades, mas pela garantia de direitos a todos.

Os políticos não trabalham sozinhos, eles precisam da sociedade, pois serão as nossas reais necessidades e lutas por melhores condições de vida que direcionará os próximos 4 anos.