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	<title>Santiane Godinho &#187; Artigos</title>
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	<description>Assistente Social Bahia</description>
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		<title>Serviço Social na Educação e a prevenção no uso de drogas</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 04:03:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiane Godinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Social]]></category>

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		<description><![CDATA[O trabalho do assistente social fortalecido junto as redes sociais na prevenção ao uso indevido de drogas e sua estratégia no ambiente escolar como mais uma intervenção da prática do SERVIÇO SOCIAL NA ESCOLA. A primeira análise que faço, é que o profissional deve se apoderar do conhecimento sobre drogas, sua classificação, seus efeitos, atualizar-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>O trabalho do assistente social fortalecido junto as redes sociais na prevenção ao uso indevido de drogas e sua estratégia no ambiente escolar como mais uma intervenção da prática do SERVIÇO SOCIAL NA ESCOLA.</em></p>
<p style="text-align: justify;">A primeira análise que faço, é que o profissional deve se apoderar do conhecimento sobre drogas, sua classificação, seus efeitos, atualizar-se quanto a sua dinâmica na sociedade e as pesquisas e estudos já realizados, além de buscar realizar o diagnóstico no ambiente de trabalho, para que se identifiquem os aspectos socioculturais do uso, os fatores de risco e montar estratégias que fortaleçam os fatores de proteção, considerando os aspectos biológicos, relacionais interpessoais, familiares, convivência ou contato com a droga, culturais, sensacionais do efeito da droga.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda ênfase que deve ser considerada é o fortalecimento da rede social e a sua participação na redução de danos, proporcionado segundo Paulina Vieira Duarte (2008) na criação de vínculos, ampliação da reflexão, exercitando  a solidariedade e cidadania, como também, na mobilização da população para os recursos disponíveis na comunidade, considerando sempre o acolhimento, a cooperação, disponibilidade, tolerância e a generosidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A inserção dos assistentes sociais nos estabelecimentos educacionais tem representado, na atualidade, não apenas o desejo dessa categoria profissional e o resultado de sua atuação política e profissional na defesa dos direitos sociais e humanos, mas uma necessidade sócio-institucional cada vez mais reconhecida no âmbito do poder legislativo de diferentes estados e municípios.</p>
<p style="text-align: justify;">A presença dos assistentes sociais, sobretudo, nas escolas, tem sido tomada como a presença de um profissional que possa contribuir com a ampliação da rede social no ambiente escolar, favorecendo a interação na teia social.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante ressaltar que o profissional de Serviço Social, inserido na escola, não desenvolve ações que substituem aquelas desempenhadas por profissionais tradicionais da área de educação. Sua contribuição se concretiza no sentido de subsidiar, auxiliar a escola, e seus demais profissionais, no enfrentamento de questões que integram a pauta da formação e do fazer profissional do assistente social, sobre as quais, muitas vezes a escola não sabe como intervir.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta maneira, a inserção do Serviço Social na escola, deve contribuir com ações que tornem a educação como uma prática de inclusão social, de formação da cidadania e emancipação dos sujeitos sociais. Ambos, tanto a escola como o Serviço Social, trabalham diretamente com a educação, com a consciência, com a oportunidade de possibilitar as pessoas que se tornem conscientes e sujeitas de sua própria história.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saiba mais:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.obid.senad.gov.br/">www.obid.senad.gov.br</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.sead.ufsc.br/bibliotecas/biblioteca/index.php?id=17">http://www.sead.ufsc.br/bibliotecas/biblioteca/index.php?id=17</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.sead.ufsc.br/videos/curso-senad2/videoaula/">http://www.sead.ufsc.br/videos/curso-senad2/videoaula/</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.sead.ufsc.br/bibliotecas/biblioteca/index.php?id=19">http://www.sead.ufsc.br/bibliotecas/biblioteca/index.php?id=19</a></p>
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		<title>SOCIEDADE CAPITALISTA, QUESTÃO AMBIENTAL E O PAPEL DO GESTOR PÚBLICO.</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 17:57:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiane Godinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[  Santiane Araújo Godinho[1]   RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo analisar de forma história e reflexiva as transformações ocorridas após a ascensão capitalista e os impactos ambientais ocorridos das relações de produção e como intervir em busca de uma consciência crítica da sociedade e o papel do Gestor Público neste processo.   PALAVRAS-CRAVES: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Santiane Araújo Godinho</span><a style="mso-footnote-id: ftn1;" name="_ftnref1" href="http://santianegodinho.com.br/blog/wp-admin/#_ftn1"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="mso-special-character: footnote;"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">[1]</span></span></span></span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">RESUMO:</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O presente trabalho tem como objetivo analisar de forma história e reflexiva as transformações ocorridas após a ascensão capitalista e os impactos ambientais ocorridos das relações de produção e como intervir em busca de uma consciência crítica da sociedade e o papel do Gestor Público neste processo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;">PALAVRAS-CRAVES: </span></strong><span style="font-family: Arial;">Capitalismo, Meio ambiente, Sociedade, Gestão Pública.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Com o fim do feudalismo um novo modo de produção se instaura, o capitalismo. O crescimento do capital comercial estabeleceu novas relações na sociedade, financiou as cruzadas que deu início a uma nova fase do capital, o capital mercantil, onde as relações de trabalho capitalista tomaram contornos mais definidos. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O capital industrial veio consolidar alguns aspectos com o trabalho assalariado, a divisão social do trabalho, a busca incessante pela produtividade e consequentemente pelo lucro e as inovações tecnológicas; deixando rastros de desigualdade social, conflitos, greves e desemprego, em função do crescimento desordenado das cidades e degradação dos recursos naturais, utilização de matérias-primas cada vez maiores não pensando no futuro da humanidade e mantendo ideologicamente um padrão consumista, individualista e degradante. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Na era capitalismo financeiro incorporado a globalização e tecnologia da informação acelerou o processo de socialização entre as nações e de acordo com Castells (2000) com o surgimento de um novo paradigma tecnológico na década de 70 embasado na tecnologia da informação, em um segmento específico da sociedade americana em interatividade com a economia global e a <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">geopolítica mundial</strong>, que concretizou um novo estilo de produção, comunicação, gerenciamento e vida.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Diante do desenfreado estilo de produção gerado pelo modelo capitalista de mais-valia, a questão ambiental vem sido tratada pelas nações mundialmente relacionadas pelo processo de globalização como um fator crucial para a continuidade da vida no planeta, todavia nem sempre acordos relativos a preservação ambiental são respeitados e colocados em prática, como o Protocolo de Kyoto que tem buscado a redução dos gases e que provocam o efeito estufa decorrentes das fábricas dos países mais poluidores, como é o exemplo dos EUA, este país por sua vês na figura de seu representante Bush não assinou o referente protocolo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Isso remete para uma análise mais profunda quanto a percepção ecológica que os indivíduos precisam tomar em busca de uma nova forma de se viver, abandonado padrões e comportamentos meramente fúteis de consumo e produção e pensar<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>mais quanto as conseqüências que este padrão tem trazido e questionar a ideologia materialista. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O fator ecológico é um indicador social que se enquadra no aspecto vital que de acordo com Lago (2002) é expresso pela degradação ambiental, e segundo este autor o grau de degradação após esta era modernizante está se tornando iguais tanto nos países desenvolvidos e quanto nos subdesenvolvidos, todavia em sua idealizadora sociedade “socialmente desenvolvida” esta degradação ambiental terá de ser baixa.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Que na verdade não deixa de ser um anseio de quem realmente busca uma nova visão de mundo, onde a natureza e os impactos ambientais tão vastamente latentes na sociedade de hoje possam ser minorados, em prol da própria existência humana.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Segundo a concepção de Serpa (1993) “é uma necessidade histórica a ruptura da modernidade e o surgimento de um novo homem, vivendo em uma nova sociedade, com um novo modo de produção da ciência e de bens materiais e uma nova ordem política e econômica internacional, justa e distributiva.”<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">De acordo com Al Gore (2006) se a humanidade continuar a não pensar de forma coerente entre o que produz e o que se realiza a favor da preservação ambiental, quanto o efeito estufa, por exemplo, milhões de vidas estarão condenadas pelas alterações climáticas. Este aspecto é nitidamente a resposta da própria natureza ao modo de vida que está se vivendo e poderá piorar caso não haja uma intervenção que não coloque em risco a capacidade de sustentabilidade do planeta, pois tanto ricos quanto pobres serão afetados, neste campo o poder aquisitivo da classe dominante não comprará a sua sobrevivência. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Cabe Gestor Público discutir alternativas da relação do homem e o seu meio, num trabalho interdisciplinar de conscientização, responsabilidade, na preservação como também na conservação deste, além de medidas sócio-educativas na busca de novas fontes de energia e punições severas quanto a violação deste direito ecológico.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">É preciso olhar de forma holística em rumo à uma transformação cultural, rompendo com padrões que atrasam e desqualificam a toda estrutura social, acompanhando<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>as mudanças e evoluções tecnológicas a favor da natureza, aprimorando os instrumentos necessários a qualidade de vida e dando respostas positivas às necessidades demandadas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O Gestor deve ter em mente que não trabalhará sozinho, é necessário ter a capacidade de interagir de forma clara, objetiva, sujeito às críticas, aprimoramento e capaz de liderar com competência, responsabilidade, dinamismo, flexibilização e técnica, qualificando-se sempre que necessário e constantemente em conjunto <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>com a sociedade civil organizada, instituições privadas,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>na busca de resolução dos problemas ambientais, como declara Castells(2000) quando aponta a necessidade de um “Estado-rede”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">REFERÊNCIAS</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">CASTELLS, Manuel. Prólogo: a Rede e o Ser. In: A sociedade em Rede: <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">A era da informação, sociedade e cultura</strong>.4ª ed. Trad. Klauss B. Gerhardt e Roneide V. Majer. São Paulo: Paz e Terra, 2000. (V.01) (pp.21-47)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">GORE, AL<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">. Uma Verdade inconveniente: um aviso global</strong>. EUA,2006.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">LAGO, B. Marcos. <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Curso de sociologia política</strong>. 4ªed. Petrópolis: Vozes, 2002. (pp.190-222).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">SEPRA, Luiz Felipe Perret<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">. A crise da modernidade: Para onde vamos?</strong> In:BAHIA Na. &amp;dados, Salvador. CEI, v.3 nº.01, p.5-11, jun. 1993.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<div style="text-align: justify; mso-element: footnote-list;"></div>
<div id="ftn1" style="text-align: justify; mso-element: footnote;">
<p class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"><a style="mso-footnote-id: ftn1;" name="_ftn1" href="http://santianegodinho.com.br/blog/wp-admin/#_ftnref1"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="mso-special-character: footnote;"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">[1]</span></span></span></span></a><span style="font-size: x-small; font-family: Times New Roman;"> Bacharel em Serviço Social e aluna do curso de pós-graduação em Gestão Pública da Argumento Pós-Graduação.</span></p>
</div>
<hr style="text-align: justify;" size="1" />
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